domingo, 8 de maio de 2016

Dia das Mães


No Brasil, o Dia das mães é comemorado sempre no segundo domingo de maio (de acordo com decreto assinado em 1932 pelo presidente Getúlio Vargas). É uma data especial, pois as mães recebem presentes e lembranças de seus filhos. Já se tornou uma tradição esta data comemorativa. Vamos entender um pouco mais sobre a história do Dia das Mães.

Encontramos na Grécia Antiga os primeiros indícios de comemoração desta data. Os gregos prestavam homenagens à deusa Reia, mãe comum de todos os seres. Neste dia, os gregos faziam ofertas, oferecendo presentes, além de prestarem homenagens à deusa.

Os romanos, que também eram politeístas e seguiam uma religião muita parecida com a grega, faziam este tipo de celebração. Em Roma, durava cerca de 3 dias ( entre 15 a 18 de março). Também eram realizadas festas em homenagem a Cibele, mãe dos deuses.

Porém, a comemoração tomou um caráter cristão somente nos primórdios do cristianismo. Era uma celebração realizada em homenagem a Virgem Maria, a mãe de Jesus.

Mas uma comemoração mais semelhante a dos dias atuais podemos encontrar na Inglaterra do século XVII. Era o “Domingo das Mães”.  Durante as missas, os filhos entregavam presentes para suas mães. Aqueles filhos que trabalhavam longe de casa, ganhavam o dia para poderem visitar suas mães. Portanto, era um dia destinado a visitar as mães e dar presentes, muito parecido com que fazemos atualmente.

Nos Estados Unidos, a ideia de criar uma data em homenagem às mães foi proposta, em 1904, por Anna Jarvis. A ideia de Anna era criar uma data em homenagem a sua mãe que havia sido um exemplo de mulher, pois havia prestado serviços comunitários durante a Guerra Civil Americana. Seus pedidos e sua campanha deram certo e a data foi oficializada, em 1914, pelo Congresso Norte-Americano. A lei, que declarou o Dia das Mães como festa nacional, foi aprovada pelo presidente Woodrow Wilson. Após esta iniciativa, muitos outros países seguiram o exemplo e incluíram a data no calendário. 

Mas, afinal de contas, o que é ser mãe? Só mesmo quem é mãe saberá responder a essa pergunta. Mas certamente, qualquer uma a que se lhe pergunte, responderá sem hesitar: “Ser mãe é amar incondicionalmente os filhos, sobre todas as coisas e em qualquer circunstância. É viver para que eles nasçam e cresçam, e é morrer, se preciso for, para que eles vivam e sejam felizes”.

Um episódio bíblico conta que o Rei Salomão, que nos é tão caro nesta Ordem, diante de duas mulheres que afirmavam que uma mesma criança lhes pertencia, determinou que se dividisse ao meio o menino, usando, para isso, um golpe de espada, e que cada uma ficasse com uma metade. Uma delas, então, desistiu da contenda e disse que preferia perder o filho a vê-lo morto. Salomão, em sua sempre infinita sabedoria e bondade, concluiu rapidamente que aquela era a verdadeira mãe da criança, porque só o Amor de mãe é capaz de uma renúncia como essa.

Mãe não é apenas a criatura mais especial nas relações humanas, mas também signo da herança cultural, essência da vida universal e síntese do amor divino. Mãe é dádiva do céu, brilho da vida, luz do mundo. Por tudo isso e muito mais que as palavras não podem traduzir, nossos sinceros parabéns.




domingo, 10 de abril de 2016

Iniciação Thiago Gomide e Valdson

          Foram iniciados ontem (09/04/2016) mais 2 irmãos em nossa Loja. Thiago Gomide e Valdson iniciam na Maçonaria com uma bela sessão cheia de convidados e visitantes de várias Lojas Maçônicas. 
          Após a cerimônia tivemos um jantar muito agradável com música ao vivo e muita alegria. Aproveitamos o momento para cantar parabéns às alguns membros da família maçônica da Sete de Setembro VII, nº 1.752 que fazem aniversário nesse mês de abril.
          O Venerável Mestre Bertoudo e a cunhada Sandra, em nome da Loja Maçônica Sete de Setembro VII, nº 1.752 e da Associação Feminina da Loja  dão as boas vindas aos novos irmãos, cunhadas e sobrinhos. Que possamos a partir dessa data fortalecer e engrandecer nossa família maçônica e a família Sete de Setembro VII.
          Segue agora algumas fotos.








sábado, 26 de março de 2016

Páscoa



Para entendermos a Páscoa cristã, vamos, sinteticamente, buscar sua origem na festa judaica de mesmo nome. O ritual da Páscoa judaica é apresentado no livro do Êxodo (Ex 12.1-28). Por essa festa, a mais importante do calendário judaico, o povo celebra o fato histórico de sua libertação da escravidão do Egito acontecido há 3.275 anos, cujo protagonista principal desse evento foi Moisés no comando de seu povo pelo mar vermelho e deserto do Sinai.
De evento histórico se torna evento de fé. A passagem do mar vermelho foi lembrada como Páscoa e ficou como um marco na história do povo hebreu. Nos anos seguintes ela sempre foi comemorada com um rito todo particular. Era uma vigília para lembrar a saída do Egito (forma pela qual tal fato era passado de geração em geração – Ex 12.42; 13.2-8).
Essa celebração ganhou também dimensão futura com o passar do tempo. E quando novamente dominados por estrangeiros, celebravam a Páscoa lembrando o passado, mas pensando no futuro, com esperança de uma nova libertação, última e definitiva, quando toda escravidão seria vencida, e haveria o começo de um mundo novo há muito tempo prometido.
A celebração da Páscoa reunia três realidades distintas: 
  • uma realidade do passado: o acontecimento histórico da libertação do Egito quando Israel tornou-se o povo de Deus;
  • uma realidade do presente: a memória ritual (=celebração) do fato passado levava o israelita a ter consciência de ser um ‘libertado’ de Javé (=Deus), não somente os antepassados, mas o sujeito de hoje (Dt 5.4);
  • uma realidade futura: a libertação do Egito era símbolo de uma futura e definitiva libertação do povo de toda a escravidão. Libertação esta que seria a nova Páscoa, marcando o fim de uma situação de pecado e o começo de uma nova era. 

Jesus oferecendo seu corpo e sangue assume o duplo sentido da páscoa judaica: sentido de libertação e de aliança. E ao celebrar a Páscoa (Mt 26,1-2.17-20), Ele institui a Nova Páscoa ou a Páscoa Cristã, a Páscoa da libertação total do mal, do pecado e da morte numa aliança de amor de Deus com a humanidade.
A Nova Páscoa não era uma libertação política do poder dos romanos, como os judeus esperavam, mas poucos entenderam que o Reino de Deus transcende o aspecto político, histórico e geográfico. Dessa forma, aproveitemos esta data, para revermos os pedidos do Cristo, para "renovarmos" nossas atitudes.
Como disse Celso Martins, no livro "Em busca do homem novo": "Que surja o homem NOVO a partir do homem VELHO. Que do homem velho, coberto de egoísmo, de orgulho, de vaidade, de preconceito, ou seja, coberto de ignorância e inobservância com relação às Leis Morais, possa surgir, para ventura de todos nós, o homem novo, gerado sob o influxo revitalizante das palavras e dos exemplos de Jesus Cristo, o grande esquecido por muitos de nós, que se agitam na presente sociedade tecnológica, na atual civilização dita e havida como cristã.
Que este homem novo seja um soldado da Paz neste mundo em guerras. Um lavrador do Bem neste planeta de indiferença e insensibilidade. Um paladino da Justiça neste orbe de injustiças sociais e de tiranias econômicas, políticas e/ou militares. Um defensor da Verdade num plano onde imperam a mentira e o preconceito tantas e tantas vezes em conluios sinistros com as superstições, as crendices e o fanatismo irracional.
Que este homem novo, anseio de todos nós, seja um operário da Caridade, como entendia Jesus: Benevolência para com todos, perdão das ofensas, indulgência para com as imperfeições alheias."
Por isso, nós Maçons, podemos dizer que, comemoramos a Páscoa todos os dias. A busca desta "libertação" e/ou "renovação" é diário, e não somente no dia e mês pré-determinado. Queremos nos livrar deste homem velho. Que ainda dá maior importância para o coelhinho, o chocolate, o bacalhau, etc., do que renovar-se. Que acha desrespeito comer carne vermelha no dia em que o Cristo é lembrado na cruz. Sem se dar conta que o desrespeito está em esquecer-se Dele, nos outros 364 dias do ano, quando odiamos, não perdoamos, lesamos o corpo físico com bebidas alcoólicas, cigarro, comidas em excesso, drogas, sexo desregrado, enganamos o próximo, maltratamos os animais, a natureza, quando abortamos, etc. Aliás, fazemos na Páscoa o que fazemos no Natal. Duas datas para reflexão, mas que confundimos, infelizmente, com presentes, festas, comidas, etc.
Nesta Páscoa, comemore, então, meu amigo, uma outra Páscoa, a sua Páscoa, a da sua constante transformação, rumo a uma vida Justa e Perfeita, levantando templos a virtude e cavando masmorras ao vicio.


Baseado nos artigos “O verdadeiro sentido da Páscoa” do blog http://escadadejaco33.blogspot.com.br/, e “O espírita e a Páscoa” do site www.rcespiritismo.com.br.


quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

É Natal


Pai Nosso do Natal

Pai-pai Noel nosso de cada Natal
Santificado seja nosso presépio
Venha a nós os vossos presentes
De humildade, sabedoria e caridade
Que seja feita muitas festas
Para o maior aniversariante
Assim com fazemos o nosso...
O brilho da estrela guia
Nos dai hoje, para nos guiar o ano todo.
Perdoai pela nossa destruição das árvores
E dos natais de quem tem fome num
planeta tão cheio de alimento, assim
como a natureza nos perdoa e nos tolera.
Que possamos ser como o anjo Gabriel
Mensageiro da paz e da boa nova,
Como Maria
Dizendo sempre sim para Deus
Livrai-nos das tentações da soberba
Da intolerância da arrogância
E do Natal consumista.
Livrai-nos, também, Senhor
Do esquecimento de seu aniversário
FELIZ ANIVERSÁRIO, JESUS.
(Jarbas Carvalho Marques)

domingo, 8 de março de 2015

Dia Internacional da Mulher - 08 de março

Essencialmente Mulher





MULHER
Menina, inocência é seu nome
Menina que brinca, que chora, briga e que sonha
Seu brinquedo é uma boneca,
Um fogão,
Uma casinha,
O que vai ser quando crescer?

MULHER
Mocinha, flor que desabrocha
Que estuda,
Que namora
Se apaixona
E chora
O que vai ser?
Não se decidiu
Ainda!
Mas sabe que vai ser
Afinal é mulher

MULHER
Juventude, intensidade e esperança
Sonha sonhos impossíveis
Ou possíveis, Por que não?
Teu brilho vai além
Luta,
Acredita, Grita,
Milita

MULHER
Profissional, não é Amélia
Nem também Iolanda
É Maria, Marias na sua real grandeza
Executiva,
Camponesa, professora
Médica, enfermeira
Gari, padeira,
Engenheira,
Caminhoneira, jornalista
E tantas mais!
És única,
És especial,
És mulher

MULHER
Casada, dona-de-casa
Senhora,
Traz a dádiva de cultivar a vida,
És mãe
Amor verdadeiro
És sábia
Amável,
Companheira e guerreira

MULHER
Balzaquianas,
De quarenta e cinquenta
De terceira idade,
Da melhor idade
De todas as idades
Avó, vovó, vozinha
Tens a chama da sabedoria

És complacente
Que amou,
Que sonhou,
Que se decepcionou
Que recomeçou
Que continua a sonhar
E a lutar sempre a amar

MULHERES
São todas
Marias, Amélias,
Marinas, Vitórias
Silvas
Eu, você
Guerreiras,
O mundo precisa da tua força
Da essência que carregas
És linda
Mulherão,
Nota 10
Carrega no peito
A dádiva

De ser simplesmente MULHER.

Cledineia Carvalho Santos


Texto de Cledineia Carvalho Santos extraído do site http://www.mensagenscomamor.com.

domingo, 30 de novembro de 2014

Galinhada - Novembro / 2014

          Hoje tivemos a Galinhada no salão da Loja Maçônica Sete de Setembro VII. Foi um momento especial, com grande alegria, encontros e reencontros. A família maçônica estava reunida com muitos convidados que abrilhantaram o evento.
          A Galinhada foi promovida e organizada pelas Associação Feminina Sete de Setembro VII, e pelo Bethel Filhas de Jó de Formosa-GO, onde várias sobrinhas da Loja Maçônica Sete de Setembro VII participam.
          A cunhada Juliana, presidente da Associação Feminina agradece a participação e colaboração de todos que ajudaram a realização do evento, em especial o empenho da Filhas de Jó.
          Fiquem agora com algumas fotos.









quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Dia do Maçom - 20 de Agosto



No dia 20 de Agosto, toda a Maçonaria Brasileira comemora o Dia do Maçom. Tal comemoração nesta data prende-se ao fato de ter sido realizada no Rio de Janeiro, em 20 de Agosto de 1822, a histórica Assembléia Geral do Povo Maçônico, na qual foi aprovada a moção apresentada por Gonçalves Ledo, de proclamação da independência do Brasil.

Naquela data, o Primeiro Grande Vigilante do Grande Oriente do Brasil, Irmão Joaquim Gonçalves Ledo, na ausência do Grão Mestre, Irmão José Bonifácio de Andrada e Silva, presidiu a Assembléia Geral dos Maçons, que estava composta pelos obreiros pertencentes às Lojas Maçônicas Metropolitanas “Comércio e Artes”, “União e Tranqüilidade” e “Esperança de Niterói”. Segundo o que ficou registrado em ata, nessa sessão o Irmão Gonçalves Ledo pronunciou “um enérgico e fundado discurso, de uma eloqüência e veemência oratória, que são peculiares a seu estilo sublime, inimitável e nunca, assaz louvado, e vendo nele as mais sólidas razões demonstrando que as atuais políticas circunstanciais de nossa Pátria, o rico, fértil e poderoso Brasil, demandavam e exigiam imperiosamente que a sua categoria fosse inabalavelmente firmada com a proclamação de nossa independência e da Realeza Constitucional na pessoa do Augusto Príncipe Defensor Constitucional do Reino do Brasil.” A ata da reunião ainda registra que “foi a moção aprovada por unânime aclamação, expressada com ardor do mais profundo e cordial entusiasmo patriótico”.

Levando-se em consideração seus princípios de liberdade e a preparação sigilosa nos seus Templos para a libertação nacional do jugo português, o Grito do Ipiranga nada mais foi do que o eco daquilo que já ficara resolvido e decidido naquela assembléia de 20 de Agosto. Dom Pedro I, que já havia sido iniciado nos Augustos Mistérios da Maçonaria, e que se tornou posteriormente Grão Mestre da Ordem, ratificou em ato público e político o que o Grande Oriente do Brasil já deliberara naquela memorável sessão.

O papel que desempenhou a Ordem Maçônica no mais notável acontecimento da História do Brasil, foi tão importante e decisivo para a evolução social e política da Nação, que o Sete de Setembro se transformou na realidade dos sagrados ideais maçônicos de Amor à Liberdade. Convém notar que não só a Independência, mas a Inconfidência Mineira, a Revolução de 1817, a Confederação do Equador, a Lei do Ventre Livre, a Abolição da Escravatura, a Proclamação da República e tantos outros grandes acontecimentos históricos em nosso País tiveram inspiração maçônica, posto que em recanto nenhum da Pátria houve um grito de liberdade que, pela Maçonaria, não tivesse sido apoiado.

Existe, porém, uma controvérsia em torno dessa data, posto que alguns autores não concordam haver sido o 20 de Agosto a data na qual acontecera aquela memorável sessão, e sim o 9 de Setembro, fato cuja explicação foram encontrar no calendário maçônico adotado pelo Grande Oriente do Brasil. Vejamos esta questão.

A Maçonaria adotou o ano da criação do mundo que, segundo o pastor anglicano James Usher, nascido em Dublim, Escócia, no ano de 1580, em estudo que realizou sobre a cronologia bíblica, teria ocorrido a cerca de 4.000 anos antes de Cristo. Acrescentando-se este número a cada ano do calendário civil, tem-se desta forma, que o ano de 1822, no calendário maçônico, é 5.822.

O rito maçônico primeiramente adotado pelo Grande Oriente do Brasil foi o rito Adonhiramita, que usa um calendário hebraico de natureza lunar. Por este calendário, o primeiro mês do ano é Nissan, e corresponde a 21 de março/20 de abril, do calendário civil, e o sexto mês é Elul, que corresponde a 21 de agosto/20 de setembro, do calendário civil. Procedendo-se as necessárias correspondências de ambos os calendários, a data de 20 de agosto do calendário civil seria correspondente a 9 de setembro do calendário maçônico.

Assim, aquela sessão histórica mencionada que foi presidida pelo Irmão Gonçalves Ledo, realizada aos 20 dias do mês de elul do ano maçônico de 5.822, correspondeu aos 9 dias do mês de setembro do ano civil de 1822, ou seja, dois dias após o chamado Dia do Grito do Ipiranga. Desta forma, seria impossível a Dom Pedro I ratificar aquela deliberação, se distante cem léguas do Rio de Janeiro, sendo o cavalo o meio de transporte mais rápido da época, para cuja distância a ser percorrida se levaria uma semana. Ademais, o Grito do Ipiranga acontecera dois dias antes daquela assembléia, e os maçons deste não tinham conhecimento. Todavia, pelo teor da ata, vê-se que os irmãos lá reunidos resolveram realmente proclarmar a independência do Brasil, aprovando a proposta de Joaquim Gonçalves Ledo.

A data de 20 de Agosto, escolhida para ser comemorada como o Dia do Maçom Brasileiro, deveu-se à confusão de que o vigésimo dia do mês de elul do calendário maçônico fosse o vigésimo dia do mês de agosto do calendário civil, pois, quanto ao fato da proclamação da independência do Brasil haver ocorrido num templo maçônico, disto não se tem dúvidas. Contudo, se a controvérsia existe quanto a data, todos são acordes quanto ao fato, ante o registro na ata da assembléia, o que não desmerece a instituição desse dia.

O que importa, na verdade, é que já decorridos 179 anos da Independência do Brasil, continua a Maçonaria pontificando os mesmos princípios e ideais, face a trilogia da Liberdade, Igualdade e Fraternidade, que constitue a sua divisa. Defensora incansável da Democracia, tem permanecido atenta às grandes questões nacionais e contribuido mediante sua forma pacífica e discreta de ação, para a solução dos problemas brasileiros. Seu trabalho, que sempre se dirigiu à elevação moral, espiritual e social do Homem, à melhoria das condições de bem-estar da sociedade e ao aperfeiçoamento permanente das instituições democráticas, não tem tido conotações com qualquer corrente de cunho político-partidário, mas tão somente com os postulados da Justiça Social, da Verdade e do Trabalho.

Os maçons brasileiros, neste seu Dia, podem regozijar-se de pertencerem à Sublime Ordem Universal do Esquadro e do Compasso. Em verdade, embora os compêndios escolares omitam a atuação maçônica nos movimentos libertários e de emancipação política, sempre coube à Maçonaria posição de destaque em tais ocorrências. Desapaixonados historiadores assim confirmam. Portanto, se a data de Sete de Setembro significa para todos os brasileiros o dia magno de consagração à Liberdade, o dia Vinte de Agosto representa para os maçons o marco que os faz recordar das lutas e das vitórias da Instituição em prol da liberdade política da Nação. Ambas as datas têm, pois, para os maçons brasileiros, alta representatividade em seus corações e em suas consciências, pois simbolizam as chamas vivas da luta inextinguível contra as garras esmagadoras da tirania e da opressão.

Extraído do site: http://www.gob-sc.org.br/gobsc/o-dia-do-macom/